{"id":49281,"date":"2026-01-21T04:55:00","date_gmt":"2026-01-21T07:55:00","guid":{"rendered":"https:\/\/noticiasdestaque.com.br\/index.php\/2026\/01\/21\/num-mundo-de-blocos-brasil-pode-ser-a-suica-dos-minerais-criticos\/"},"modified":"2026-01-21T04:55:00","modified_gmt":"2026-01-21T07:55:00","slug":"num-mundo-de-blocos-brasil-pode-ser-a-suica-dos-minerais-criticos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/noticiasdestaque.com.br\/index.php\/2026\/01\/21\/num-mundo-de-blocos-brasil-pode-ser-a-suica-dos-minerais-criticos\/","title":{"rendered":"Num mundo de blocos, Brasil pode ser a Su\u00ed\u00e7a dos minerais cr\u00edticos"},"content":{"rendered":"<p>O Brasil foi um dos pa\u00edses que mais se destacaram no <strong>FMF (Future Minerals Forum) 2026<\/strong>, realizado em <strong>Riade, na Ar\u00e1bia Saudita<\/strong>, de 13 a 15 de janeiro, participando com uma delega\u00e7\u00e3o de mais de 60 pessoas, que incluiu representantes de governo, de empresas de minera\u00e7\u00e3o, investidores e prestadores de servi\u00e7os.<\/p>\n<p>De acordo com Carlo Pereira CEO da GIN Capital, empresa que organizou a participa\u00e7\u00e3o brasileira no evento, al\u00e9m de empresas como Vale e Sigma Lithium, chamou aten\u00e7\u00e3o este ano o grande n\u00famero de junior companies como Meteoric, Viridis e St. George, dentre outras, que buscam investidores para seus empreendimentos, sobretudo no universo das terras raras.<\/p>\n<p>Veja detalhes da participa\u00e7\u00e3o brasileira na entrevista a seguir.<\/p>\n<p><strong>BRASIL MINERAL &#8211; Como avalia a participa\u00e7\u00e3o brasileira no FMF 2026?<\/strong><\/p>\n<p>CARLO PEREIRA &#8211; Em 2025, o FMF fez um esfor\u00e7o espec\u00edfico para trazer brasileiros \u2014 organiza\u00e7\u00f5es, imprensa, executivos. Por isso, o n\u00famero de participantes foi maior naquela edi\u00e7\u00e3o. Mas este ano a participa\u00e7\u00e3o foi qualitativamente diferente: mais estrat\u00e9gica, mais focada. Foram cerca de 60 brasileiros, entre representantes do governo, empresas de minera\u00e7\u00e3o, investidores e prestadores de servi\u00e7os.<\/p>\n<p>Houve participa\u00e7\u00e3o de \u201chabitu\u00e9s\u201d como a Vale \u2014 cujo CEO Gustavo Pimenta foi speaker \u2014 e a Sigma Lithium, com a sua CEO Ana Cabral tamb\u00e9m na programa\u00e7\u00e3o. Por\u00e9m, o que chamou aten\u00e7\u00e3o foi o grande n\u00famero de junior companies brasileiras, como a Meteoric Resources, a Viridis e a St. George, entre outras. Essas empresas est\u00e3o na linha de frente dos projetos de terras raras no Brasil, especialmente no complexo alcalino de Po\u00e7os de Caldas.<\/p>\n<p>Um ponto importante: n\u00e3o foram apenas mineradoras. Empresas de servi\u00e7os geol\u00f3gicos brasileiras, como a Geosol, est\u00e3o estabelecendo escrit\u00f3rios na Ar\u00e1bia Saudita. Isso demonstra que o setor brasileiro est\u00e1 entendendo que a presen\u00e7a local \u00e9 fundamental para capturar oportunidades no Reino.<\/p>\n<p>Brasileiros participaram de v\u00e1rios pain\u00e9is ao longo da semana. Houve uma mesa focada na Am\u00e9rica Latina, co-liderada pelo FMF e pelo Banco Mundial, para discutir modelos de financiamento de infraestrutura para minera\u00e7\u00e3o na regi\u00e3o \u2014 incluindo os dois corredores de infraestrutura identificados na Am\u00e9rica Latina, parte de um total de sete corredores globais priorizados pelo FMF.<\/p>\n<p>E houve um painel espec\u00edfico sobre o Brasil, que tive a honra de liderar, com participa\u00e7\u00e3o de Ricardo Fonseca (S\u00f3cio e Head de Minera\u00e7\u00e3o da Prisma Capital), Marcelo Carvalho (CEO da Meteoric Resources), Eduardo Gamma (Head de Ouro do Ouribank) e Klaus Petersen (Country Manager da Viridis no Brasil). Nesse painel, foram apresentados os cinco pilares que tornam o Brasil um parceiro estrat\u00e9gico para a Ar\u00e1bia Saudita:<\/p>\n<ol>\n<li>Brasil como parceiro confi\u00e1vel: 30 anos de democracia, Banco Central aut\u00f4nomo, grandes mineradoras globais operando h\u00e1 d\u00e9cadas sem mudan\u00e7as nas regras do jogo.<\/li>\n<li>Diversifica\u00e7\u00e3o natural: O Brasil oferece exatamente o que a Vis\u00e3o 2030 busca \u2014 os minerais do futuro. Temos o capital geol\u00f3gico; eles t\u00eam o capital financeiro e a vis\u00e3o. \u00c9 um match perfeito.<\/li>\n<li>Friendshoring genu\u00edno: O Brasil dialoga com todos \u2014 EUA, China, Europa, Oriente M\u00e9dio. Num mundo de blocos, somos a Su\u00ed\u00e7a dos minerais cr\u00edticos.<\/li>\n<li>ESG intr\u00ednseco: Nossos minerais nascem verdes. Energia renov\u00e1vel, \u00e1gua abundante, regula\u00e7\u00e3o ambiental s\u00e9ria. N\u00e3o \u00e9 greenwashing, \u00e9 geografia.<\/li>\n<li>Escala para ambi\u00e7\u00e3o: Quando a Ar\u00e1bia Saudita pensa grande, o Brasil acompanha. Temos territ\u00f3rio, reservas e capacidade para projetos de classe mundial.<\/li>\n<\/ol>\n<p><strong>BRASIL MINERAL &#8211; Quais empresas e organiza\u00e7\u00f5es governamentais formaram a delega\u00e7\u00e3o brasileira?<\/strong><\/p>\n<p>CARLO &#8211; A delega\u00e7\u00e3o brasileira foi compacta, mas qualificada \u2014 cerca de 60 pessoas. Do lado governamental, o destaque foi o Ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, que participou ativamente da Mesa Ministerial \u2014 a maior reuni\u00e3o ministerial sobre minerais do mundo, com mais de 100 pa\u00edses representados \u2014 e assinou o MoU com a Ar\u00e1bia Saudita. O Ministro tamb\u00e9m teve reuni\u00f5es bilaterais com o Pr\u00edncipe Abdulaziz bin Salman, Ministro de Energia saudita, para discutir colabora\u00e7\u00e3o em eletricidade, renov\u00e1veis, \u00f3leo e g\u00e1s, e interc\u00e2mbio t\u00e9cnico.<\/p>\n<p>No setor privado, tivemos presen\u00e7a de grandes players como a Vale e J&amp;F, al\u00e9m de uma forte representa\u00e7\u00e3o de junior companies focadas em terras raras e minerais cr\u00edticos \u2014 Meteoric Resources, Viridis Mining, St. George. Do lado financeiro, participaram representantes do Ouribank e da Prisma Capital, que est\u00e3o estruturando ve\u00edculos de investimento para minera\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Um movimento interessante foi a presen\u00e7a de empresas de servi\u00e7os geol\u00f3gicos, como a Geosol, que est\u00e3o estabelecendo opera\u00e7\u00f5es na Ar\u00e1bia Saudita. Isso reflete o entendimento de que, para capturar oportunidades no Reino, presen\u00e7a local \u00e9 condi\u00e7\u00e3o sine qua non. Al\u00e9m de alguns investidores, como a GIN Capital.<\/p>\n<p><strong>BRASIL MINERAL &#8211; Que resultados o Brasil alcan\u00e7ou com a participa\u00e7\u00e3o este ano?<\/strong><\/p>\n<p>CARLO &#8211; Entendo que o principal resultado, fruto de uma participa\u00e7\u00e3o mais qualificada, foi a aproxima\u00e7\u00e3o concreta com a Ar\u00e1bia Saudita, que planeja investir mais de 30 bilh\u00f5es de d\u00f3lares em minera\u00e7\u00e3o nos pr\u00f3ximos anos.<\/p>\n<p>O grande marco foi a assinatura do Memorando de Entendimento entre o Minist\u00e9rio de Minas e Energia do Brasil e o Minist\u00e9rio de Ind\u00fastria e Recursos Minerais da Ar\u00e1bia Saudita. O acordo, v\u00e1lido por cinco anos, prev\u00ea coopera\u00e7\u00e3o t\u00e9cnica em geologia, explora\u00e7\u00e3o, minera\u00e7\u00e3o e avalia\u00e7\u00e3o mineral, al\u00e9m de interc\u00e2mbio de especialistas, programas de treinamento e compartilhamento de tecnologia. Mais importante: o MoU tamb\u00e9m contempla a possibilidade de investimentos privados de ambos os pa\u00edses em licen\u00e7as de explora\u00e7\u00e3o e minera\u00e7\u00e3o, e fala explicitamente em uma \u201cAlian\u00e7a Brasil-Ar\u00e1bia Saudita para Investimentos em Minera\u00e7\u00e3o\u201d.<\/p>\n<p>Ficou evidente, durante o evento, a estrat\u00e9gia saudita para minera\u00e7\u00e3o, que est\u00e1 totalmente alinhada com tr\u00eas pilares da Vis\u00e3o 2030: transi\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica, defesa e intelig\u00eancia artificial. Os sauditas n\u00e3o est\u00e3o interessados em min\u00e9rio pelo min\u00e9rio. Eles querem os minerais cr\u00edticos que alimentam baterias, ve\u00edculos el\u00e9tricos, turbinas e\u00f3licas, semicondutores e sistemas de defesa. Terras raras, l\u00edtio, cobre, grafita \u2014 tudo isso est\u00e1 no radar porque s\u00e3o insumos estrat\u00e9gicos para essas tr\u00eas verticais.<\/p>\n<p>Mas vale lembrar: os sauditas s\u00e3o relacionais. Al\u00e9m de bons projetos, \u00e9 necess\u00e1rio presen\u00e7a frequente no pa\u00eds e contato constante. Portanto, n\u00e3o acredito que contratos tenham sido fechados nesta semana. Por\u00e9m, contatos foram firmados e certamente nos pr\u00f3ximos meses acontecer\u00e3o an\u00fancios de coinvestimentos. A porta est\u00e1 aberta.<\/p>\n<p><strong>BRASIL MINERAL &#8212; Al\u00e9m do acordo firmado pelo Minist\u00e9rio de Minas e Energia do Brasil e a contraparte da Ar\u00e1bia Saudita, houve algum outro?<\/strong><\/p>\n<p>CARLO &#8212; O FMF \u00e9 tradicionalmente utilizado para a constru\u00e7\u00e3o e assinatura de v\u00e1rios acordos. Este ano n\u00e3o foi diferente. Ainda n\u00e3o divulgaram o balan\u00e7o completo de 2026, mas ao longo dos dias foram anunciados diversos MoUs significativos.<\/p>\n<p>No primeiro dia (13 de janeiro), a Ar\u00e1bia Saudita assinou memorandos de coopera\u00e7\u00e3o em recursos minerais com tr\u00eas pa\u00edses: Brasil, Canad\u00e1 e Chile. O acordo com o Canad\u00e1 foi acompanhado de uma parceria concreta: a Northern Graphite canadense e o grupo saudita Obeikan anunciaram a constru\u00e7\u00e3o de uma planta de processamento de materiais an\u00f3dicos para baterias na Ar\u00e1bia Saudita \u2014 exemplo perfeito do modelo saudita de \u201cinvisto, mas processa aqui\u201d.<\/p>\n<p>A Mesa Ministerial desta edi\u00e7\u00e3o foi a maior da hist\u00f3ria, com representantes de mais de 100 pa\u00edses (incluindo todos os membros do G20) e 59 organiza\u00e7\u00f5es multilaterais. Um resultado institucional importante foi o an\u00fancio do Grupo Ministerial Permanente de Dire\u00e7\u00e3o, com 19 pa\u00edses em sistema de rod\u00edzio, para dar continuidade \u00e0s iniciativas do FMF. Al\u00e9m disso, o Banco Mundial, atrav\u00e9s da Vice-Presidente de Infraestrutura, Valerie Levkoff, apresentou sua nova estrat\u00e9gia de minerais para apoiar pa\u00edses fornecedores, com foco nos sete corredores de infraestrutura priorit\u00e1rios.<\/p>\n<p>Para refer\u00eancia: na edi\u00e7\u00e3o de 2025, o FMF havia facilitado 126 acordos avaliados em 107 bilh\u00f5es de riais sauditas (aproximadamente US$ 28,5 bilh\u00f5es).<\/p>\n<p><strong>BRASIL MINERAL &#8211; Quais as possibilidades reais de que as empresas brasileiras atraiam investidores para seus empreendimentos a partir da participa\u00e7\u00e3o no FMF?<\/strong><\/p>\n<p>CARLO &#8211; As possibilidades s\u00e3o reais, mas \u00e9 preciso entender a l\u00f3gica saudita. Os sauditas n\u00e3o v\u00e3o investir simplesmente pensando no retorno financeiro. A Ar\u00e1bia Saudita revisou suas prioridades dentro da Vis\u00e3o 2030. A estrat\u00e9gia para minera\u00e7\u00e3o ficou muito clara no FMF: eles buscam minerais cr\u00edticos que alimentem tr\u00eas setores priorit\u00e1rios \u2014 transi\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica, defesa e intelig\u00eancia artificial. Eles continuar\u00e3o investindo em setores estrat\u00e9gicos, mesmo em outros pa\u00edses, mas desde que parte da cadeia de valor seja no Reino.<\/p>\n<p>Por exemplo: podem investir em min\u00e9rio de ferro desde que haja uma contrapartida do parceiro e a pelotiza\u00e7\u00e3o seja feita na Ar\u00e1bia Saudita. Ou a extra\u00e7\u00e3o de terras raras pode acontecer no Brasil, mas a separa\u00e7\u00e3o ou metaliza\u00e7\u00e3o deve ser feita em terras sauditas.<\/p>\n<p>Ou seja, todas as conversas das empresas que foram ao FMF foram promissoras, mas com essas premissas claras. O modelo canadense ilustra bem isso: a Northern Graphite firmou parceria com a Obeikan para processar grafita na Ar\u00e1bia Saudita, n\u00e3o no Canad\u00e1.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, \u00e9 necess\u00e1rio ter contatos e relacionamento local. A cultura \u00e1rabe n\u00e3o \u00e9 transacional, \u00e9 relacional. E os sauditas s\u00e3o ainda mais assim. Por isso \u00e9 t\u00e3o relevante que empresas brasileiras de servi\u00e7os, como a GeoSol, estejam estabelecendo escrit\u00f3rios no Reino. Quem quer fazer neg\u00f3cio com saudita precisa estar l\u00e1, com frequ\u00eancia, construindo confian\u00e7a.<\/p>\n<p>Empresas que foram ao FMF com projetos s\u00f3lidos \u2014 como a Viridis com o projeto Colossus, a Meteoric com Caldeira, ou mesmo projetos de ouro como os apresentados pelo Ouribank \u2014 sa\u00edram com portas abertas. Mas fechar neg\u00f3cio requer presen\u00e7a constante, paci\u00eancia e disposi\u00e7\u00e3o para adaptar a estrutura do projeto \u00e0s prioridades estrat\u00e9gicas do Reino.<\/p>\n<p>O Brasil tem o que a Ar\u00e1bia Saudita busca: diversifica\u00e7\u00e3o, minerais cr\u00edticos para a transi\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica, credenciais ESG naturais, e escala. Somos o segundo maior detentor de reservas de terras raras do mundo, com apenas 23% do subsolo mapeado. O FMF \u00e9 o palco onde essas vantagens se conectam diretamente ao capital global e \u00e0s decis\u00f5es geopol\u00edticas que est\u00e3o redesenhando as cadeias produtivas mundiais. A GIN Capital levou um portf\u00f3lio de projetos que foi muito bem recebido por inst\u00e2ncias governamentais sauditas, investidores institucionais e family offices. Sa\u00edmos de Riade com reuni\u00f5es j\u00e1 agendadas para dar seguimento \u00e0s conversas. (Por: Francisco Alves)\u00a0<\/p>\n<p>\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/brasil61.com\/api\/v1\/serve_pixel\/17677\/87209\" alt=\"Pixel Brasil 61\" class=\"b61_pixel\" width=\"0\" height=\"0\"><\/p>\n<input type=\"hidden\" id=\"baseurl\" value=\"https:\/\/noticiasdestaque.com.br\"><input type=\"hidden\" id=\"audio_nonce\" value=\"c9f06e19e6\">","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u00c9 o que defende Carlo Pereira, CEO da GIN Capital que organizou a participa\u00e7\u00e3o brasileira no FMF 2026<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":49282,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"fifu_image_url":"","fifu_image_alt":"","footnotes":""},"categories":[59],"tags":[],"class_list":["post-49281","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-economia"],"distributor_meta":false,"distributor_terms":false,"distributor_media":false,"distributor_original_site_name":"Noticias em Destaque","distributor_original_site_url":"https:\/\/noticiasdestaque.com.br","push-errors":false,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/noticiasdestaque.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/49281","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/noticiasdestaque.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/noticiasdestaque.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/noticiasdestaque.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/noticiasdestaque.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=49281"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/noticiasdestaque.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/49281\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/noticiasdestaque.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/49282"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/noticiasdestaque.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=49281"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/noticiasdestaque.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=49281"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/noticiasdestaque.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=49281"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}