{"id":48412,"date":"2025-12-17T08:00:00","date_gmt":"2025-12-17T11:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/noticiasdestaque.com.br\/index.php\/2025\/12\/17\/microplasticos-no-corpo-humano-evidencias-cientificas-reforcam-necessidade-de-restricoes-ao-uso-de-plastico\/"},"modified":"2025-12-17T08:00:00","modified_gmt":"2025-12-17T11:00:00","slug":"microplasticos-no-corpo-humano-evidencias-cientificas-reforcam-necessidade-de-restricoes-ao-uso-de-plastico","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/noticiasdestaque.com.br\/index.php\/2025\/12\/17\/microplasticos-no-corpo-humano-evidencias-cientificas-reforcam-necessidade-de-restricoes-ao-uso-de-plastico\/","title":{"rendered":"Micropl\u00e1sticos no corpo humano: evid\u00eancias cient\u00edficas refor\u00e7am necessidade de restri\u00e7\u00f5es ao uso de pl\u00e1stico"},"content":{"rendered":"<p>\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<audio controls class=\"b61_audio_player\" data-noticia=\"86496\" src=\"https:\/\/brasil61.com\/rails\/active_storage\/blobs\/eyJfcmFpbHMiOnsibWVzc2FnZSI6IkJBaHBBNGpYQXc9PSIsImV4cCI6bnVsbCwicHVyIjoiYmxvYl9pZCJ9fQ==--ea2b74c6d77d9a85006dea0c2659829c036d608c\/BRAS2515353A\"><\/audio><\/p>\n<p>Presente no cotidiano em in\u00fameras cores, formatos e fun\u00e7\u00f5es, o <strong>pl\u00e1stico<\/strong> \u00e9 uma inven\u00e7\u00e3o relativamente recente na hist\u00f3ria da humanidade. <a href=\"https:\/\/brasil.oceana.org\/wp-content\/uploads\/sites\/23\/umoceanolivredeplastico_oceana_port_web_18dez2020.pdf\">A partir de 1950<\/a>, em um contexto p\u00f3s-guerra marcado pela industrializa\u00e7\u00e3o acelerada, o <strong>uso se expandiu sem precedentes<\/strong>: sacolas, garrafas, m\u00f3veis, embalagens, produtos de higiene e limpeza. O material passou a integrar praticamente todos os aspectos da vida moderna.<\/p>\n<p>O <strong>avan\u00e7o<\/strong>, no entanto, <strong>ocorreu sem que os impactos ambientais e \u00e0 sa\u00fade humana fossem plenamente considerados<\/strong>. D\u00e9cadas depois, <strong>cientistas come\u00e7am a revelar as consequ\u00eancias desse uso massivo<\/strong>. Estudos detectaram part\u00edculas de micropl\u00e1sticos em diferentes partes do corpo humano:<\/p>\n<ul>\n<li>pulm\u00e3o;<\/li>\n<li>placenta;<\/li>\n<li>sangue;<\/li>\n<li>leite materno;<\/li>\n<li>s\u00eamen;<\/li>\n<li>c\u00e9rebro.<\/li>\n<\/ul>\n<p>Diante do crescimento das evid\u00eancias cient\u00edficas sobre os danos dos micropl\u00e1sticos \u00e0 sa\u00fade humana, <strong>especialistas defendem que o Brasil avance em pol\u00edticas para reduzir a produ\u00e7\u00e3o e o consumo de pl\u00e1sticos descart\u00e1veis<\/strong>.<\/p>\n<p>De acordo com Lara Iwanicki, diretora de Estrat\u00e9gia e Advocacy da organiza\u00e7\u00e3o <a href=\"https:\/\/brasil.oceana.org\/homepage\/home\/\">Oceana<\/a>, \u201co <strong>Brasil hoje \u00e9 o oitavo maior poluidor de pl\u00e1sticos do mundo<\/strong>, despejando 1,3 milh\u00e3o de toneladas desse res\u00edduo no oceano, com uma s\u00e9rie de impactos ambientais, sociais, econ\u00f4micos e para a nossa sa\u00fade, e n\u00e3o tem nenhuma legisla\u00e7\u00e3o para endere\u00e7ar esse problema.\u201d<\/p>\n<h2>Medidas necess\u00e1rias<\/h2>\n<p>O <strong>Projeto de Lei (<a href=\"https:\/\/www25.senado.leg.br\/web\/atividade\/materias\/-\/materia\/154790\">PL<\/a>) 2524\/2022<\/strong>, conhecido como \u201cPL do Oceano Sem Pl\u00e1stico\u201d, \u00e9 apontado pela diretora-executiva da <a href=\"https:\/\/actbr.org.br\/\">ACT Promo\u00e7\u00e3o da Sa\u00fade<\/a>, Paula Johns, como \u201cum primeiro passo fundamental\u201d. \u00a0\u201cA conex\u00e3o entre sa\u00fade e meio ambiente \u00e9 intr\u00ednseca. Para a gente ter sa\u00fade, o meio ambiente precisa ser saud\u00e1vel, e vice-versa\u201d, afirma.<\/p>\n<p>A proposta, que estabelece diretrizes para uma Economia Circular do Pl\u00e1stico no pa\u00eds, est\u00e1 parada h\u00e1 mais de 600 dias na Comiss\u00e3o de Assuntos Econ\u00f4micos (<a href=\"https:\/\/legis.senado.leg.br\/atividade\/comissoes\/comissao\/38\/\">CAE<\/a>) do Senado, sob relatoria do senador e m\u00e9dico por forma\u00e7\u00e3o, <a href=\"https:\/\/www25.senado.leg.br\/web\/senadores\/senador\/-\/perfil\/5523\">Otto Alencar (PSD-BA)<\/a>.\u00a0<\/p>\n<p>Johns destaca que o maior entrave \u201cn\u00e3o \u00e9 a falta de evid\u00eancia, mas o lobby da ind\u00fastria\u201d em debates de sa\u00fade p\u00fablica. \u201cNenhuma lei foi f\u00e1cil de alcan\u00e7ar\u201d, comenta, ao lembrar a experi\u00eancia enfrentada no controle do tabaco.<\/p>\n<p>O Projeto de Lei se alinha a pr\u00e1ticas discutidas no Tratado Global Contra a Polui\u00e7\u00e3o Pl\u00e1stica, como a <strong>elimina\u00e7\u00e3o de descart\u00e1veis e a ado\u00e7\u00e3o de sistemas de reutiliza\u00e7\u00e3o e refil<\/strong>. De acordo com o relat\u00f3rio da ONG estadunidense <a href=\"https:\/\/climateintegrity.org\/projects\/plastics-fraud\">Center for Climate Integrity<\/a>, <strong>apenas 9% do pl\u00e1stico mundial \u00e9 reciclado<\/strong>. <strong>No Brasil, esse \u00edndice cai para 1,3%<\/strong>. \u201cMesmo o PET exige parcela de mat\u00e9ria-prima virgem; o ideal \u00e9 a gente voltar a utilizar sistemas de reutiliza\u00e7\u00e3o. \u00c9 preciso mudar a l\u00f3gica do descart\u00e1vel\u201d, ressalta Johns.<\/p>\n<p>\u201cAntigamente, voc\u00ea consumia um refrigerante e devolvia a garrafa; retorn\u00e1veis eram lavadas e reutilizadas. Isso foi substitu\u00eddo por descart\u00e1veis, mais lucrativos para a ind\u00fastria, mas ambientalmente insustent\u00e1veis\u201d, evidencia.<\/p>\n<p>A professora-pesquisadora Thais Mauad da Faculdade de Medicina da Universidade de S\u00e3o Paulo (<a href=\"https:\/\/www3.fm.usp.br\/fmusp\/portal\/\">FMUSP<\/a>), respons\u00e1vel por identificar micropl\u00e1sticos no pulm\u00e3o e no c\u00e9rebro, refor\u00e7a que <strong>produtos descart\u00e1veis precisam ser abolidos<\/strong>.\u00a0<\/p>\n<p>\u201cN\u00e3o faz sentido extrair petr\u00f3leo para produzir um copo usado por cinco segundos e que permanece 500 anos na natureza\u201d, afirma. Ela observa que a reciclagem n\u00e3o acompanha a dimens\u00e3o do problema: \u201co pl\u00e1stico n\u00e3o \u00e9 como o vidro, que pode ser eternamente reciclado. Ele s\u00f3 passa por duas ou tr\u00eas rodadas de reaproveitamento antes de perder qualidade.\u201d<\/p>\n<p><strong>Para as especialistas, sem mudan\u00e7as estruturais na produ\u00e7\u00e3o e no consumo de pl\u00e1stico, o pa\u00eds seguir\u00e1 enfrentando impactos ambientais e \u00e0 sa\u00fade p\u00fablica<\/strong>. De acordo com Mauad e Johns, a transi\u00e7\u00e3o para uma economia circular e o abandono de itens descart\u00e1veis dependem n\u00e3o apenas de leis, mas tamb\u00e9m de engajamento da sociedade e de compromisso pol\u00edtico. \u201cEnquanto o mercado estiver inundado de pl\u00e1stico, n\u00e3o h\u00e1 reciclagem que d\u00ea conta\u201d, resume Mauad. \u201cSem press\u00e3o social e regula\u00e7\u00e3o, a ind\u00fastria n\u00e3o muda.\u201d<\/p>\n<h2>Pesquisas detectam micropl\u00e1stico em diversos \u00f3rg\u00e3os do corpo humano<\/h2>\n<p><strong>A pesquisa de Mauad<\/strong>, do Departamento de Patologia da FMUSP, em parceria com o Dr. Luis Fernando Amato-Louren\u00e7o, <strong>identificou fibras e part\u00edculas de <a href=\"https:\/\/jamanetwork.com\/journals\/jamanetworkopen\/fullarticle\/2823787?utm_source=For_The_Media&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=ftm_links&amp;utm_term=091624\">micropl\u00e1sticos no bulbo olfat\u00f3rio<\/a><\/strong>, regi\u00e3o do sistema nervoso central respons\u00e1vel por processar odores. O polipropileno, comum em roupas e embalagens, foi o tipo mais encontrado.<\/p>\n<p>Fragmentado em micropart\u00edculas, o pl\u00e1stico entra no corpo humano principalmente por duas vias: a inalat\u00f3ria, por meio de part\u00edculas suspensas no ambiente, e a da ingest\u00e3o, devido \u00e0 contamina\u00e7\u00e3o da \u00e1gua e dos alimentos. Conforme um <a href=\"https:\/\/pubmed.ncbi.nlm.nih.gov\/31184127\/\">estudo<\/a> realizado por um grupo de cientistas do Departamento de Biologia da Universidade de Victoria, no Canad\u00e1, <strong>o consumo anual de micropl\u00e1stico por pessoa varia entre 74 e 121 mil part\u00edculas<\/strong>.<\/p>\n<p>De acordo com Mauad, a subst\u00e2ncia consegue alcan\u00e7ar o c\u00e9rebro por diferentes mecanismos. O primeiro est\u00e1 relacionado ao olfato. \u201cQuando sentimos cheiros, utilizamos c\u00e9lulas olfat\u00f3rias que ficam no nariz e se conectam diretamente \u00e0 base do c\u00e9rebro, no bulbo olfat\u00f3rio\u201d, explica. Essa liga\u00e7\u00e3o direta cria uma rota pela qual micropart\u00edculas podem atingir estruturas cerebrais, fen\u00f4meno j\u00e1 observado anteriormente com outros poluentes atmosf\u00e9ricos.<\/p>\n<p><strong>O ingresso dessas part\u00edculas pelas vias olfativas \u00e9 considerado alarmante<\/strong>, devido \u00e0 capacidade de serem internalizadas pelas c\u00e9lulas e interferirem no metabolismo celular, especialmente em crian\u00e7as. \u201cElas t\u00eam \u00f3rg\u00e3os em desenvolvimento, e doses pequenas de determinadas subst\u00e2ncias podem provocar efeitos muito mais significativos do que em adultos\u201d, afirma Mauad.\u00a0<\/p>\n<p>A segunda possibilidade envolve a barreira hematoencef\u00e1lica, estrutura respons\u00e1vel por proteger o sistema nervoso central. Estudos com animais que ingeriram micro ou nano pl\u00e1sticos (part\u00edculas extremamente pequenas) indicam que essas subst\u00e2ncias podem danificar essa barreira e atravess\u00e1-la. \u201cN\u00e3o d\u00e1 para excluir que a entrada tamb\u00e9m ocorra pela rota sangu\u00ednea. Se essas part\u00edculas lesam a barreira, acabam conseguindo chegar ao interior do c\u00e9rebro\u201d, destaca a cientista.<\/p>\n<p>Mauad explica que os efeitos observados nesses experimentos incluem altera\u00e7\u00f5es de comportamento, dist\u00farbios no desenvolvimento e processos inflamat\u00f3rios. Segundo ela, essas part\u00edculas podem provocar danos celulares associados a doen\u00e7as como c\u00e2ncer. \u201cO pl\u00e1stico causa uma coisa que chamamos de estresse oxidativo, que leva \u00e0 produ\u00e7\u00e3o de prote\u00ednas inflamat\u00f3rias e pode gerar danos ao DNA, criando um poss\u00edvel v\u00ednculo entre micropl\u00e1sticos e processos carcinog\u00eanicos\u201d, esclarece.<\/p>\n<p>Os efeitos do material sint\u00e9tico no organismo tamb\u00e9m t\u00eam sido observados no sistema cardiovascular. Uma <a href=\"https:\/\/www.nejm.org\/doi\/full\/10.1056\/NEJMoa2309822\">pesquisa<\/a> conduzida por cientistas em N\u00e1poles identificou micropl\u00e1sticos em placas de gordura retiradas de pacientes com doen\u00e7as arteriais: mais da metade das amostras continha part\u00edculas de polietileno ou PVC.\u00a0<\/p>\n<p>Entre os contaminados, o risco de sofrer acidente vascular cerebral, infarto ou morte por qualquer causa foi quase cinco vezes maior no per\u00edodo de acompanhamento de 34 meses. Embora o estudo n\u00e3o comprove causalidade direta, evid\u00eancias de testes com animais e c\u00e9lulas humanas refor\u00e7am a hip\u00f3tese de que essas part\u00edculas podem agravar doen\u00e7as cardiovasculares.<\/p>\n<h2>Aditivos qu\u00edmicos<\/h2>\n<p>Derivado de combust\u00edveis f\u00f3sseis, como petr\u00f3leo e g\u00e1s natural, o pl\u00e1stico re\u00fane uma ampla variedade de subst\u00e2ncias adicionais. De acordo com o <a href=\"https:\/\/brasil.oceana.org\/wp-content\/uploads\/sites\/23\/umoceanolivredeplastico_oceana_port_web_18dez2020.pdf\">estudo<\/a> da Oceana, cerca de 4% do peso dos fragmentos de pl\u00e1stico correspondem a aditivos qu\u00edmicos, que podem ser subst\u00e2ncias org\u00e2nicas ou inorg\u00e2nicas.<\/p>\n<p>A composi\u00e7\u00e3o envolve pol\u00edmeros \u2013 entre eles polipropileno, polietileno e poliamida \u2013 aos quais se incorporam esses materiais que determinam caracter\u00edsticas como cor, maleabilidade, resist\u00eancia e transpar\u00eancia.<\/p>\n<p>Conforme <a href=\"https:\/\/plastchem-project.org\/\">levantamento<\/a> do PlastChem (2024), <strong>aproximadamente 16 mil aditivos qu\u00edmicos est\u00e3o associados \u00e0 fabrica\u00e7\u00e3o do material sint\u00e9tico. Desse total, cerca de 4,2 mil s\u00e3o classificados como preocupantes por apresentarem propriedades persistentes, bioacumulativas, alta capacidade de dispers\u00e3o ou toxicidade.<\/strong><\/p>\n<p>Mauad evidencia que o aquecimento do pl\u00e1stico provoca a libera\u00e7\u00e3o desses compostos. \u201cNo micro-ondas, o calor desprende os aditivos da estrutura do material, permitindo a migra\u00e7\u00e3o para o alimento. Em m\u00e1quinas de lavar lou\u00e7a, as altas temperaturas produzem efeito semelhante\u201d, destaca.<\/p>\n<p>Segundo a pesquisadora, <strong>as evid\u00eancias cient\u00edficas indicam de forma consistente a associa\u00e7\u00e3o entre essa exposi\u00e7\u00e3o e efeitos adversos \u00e0 sa\u00fade<\/strong>. Ela ressalta que grande parte dos aditivos atua como disruptor end\u00f3crino. \u201cEles podem afetar o desenvolvimento de \u00f3rg\u00e3os, alterar a tire\u00f3ide, aumentar riscos relacionados a c\u00e2ncer de mama, entre outros impactos\u201d, afirma.<\/p>\n<p><strong>VEJA MAIS:<\/strong><\/p>\n<ul>\n<li><a href=\"https:\/\/brasil61.com\/n\/projeto-de-lei-do-oceano-sem-plastico-esta-parado-no-senado-ha-mais-de-600-dias-bras2515127\">Projeto de Lei do Oceano Sem Pl\u00e1stico est\u00e1 parado no Senado h\u00e1 mais de 600 dias<\/a><\/li>\n<li><a href=\"https:\/\/brasil61.com\/n\/estudo-revela-poluicao-por-plastico-em-abrolhos-ba-referencia-da-conservacao-marinha-no-brasil-bras2515249\">Estudo revela polui\u00e7\u00e3o por pl\u00e1stico em Abrolhos (BA), refer\u00eancia da conserva\u00e7\u00e3o marinha no Brasil<\/a><\/li>\n<\/ul>\n<p>\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/brasil61.com\/api\/v1\/serve_pixel\/17677\/86496\" alt=\"Pixel Brasil 61\" class=\"b61_pixel\" width=\"0\" height=\"0\"><\/p>\n<input type=\"hidden\" id=\"baseurl\" value=\"https:\/\/noticiasdestaque.com.br\"><input type=\"hidden\" id=\"audio_nonce\" value=\"6a24ca502e\">","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Estudos e especialistas apontam riscos crescentes \u00e0 sa\u00fade e pressionam autoridades a adotarem medidas mais r\u00edgidas contra a produ\u00e7\u00e3o e o consumo de descart\u00e1veis<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":48413,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"fifu_image_url":"","fifu_image_alt":"","footnotes":""},"categories":[51],"tags":[],"class_list":["post-48412","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-saude"],"distributor_meta":false,"distributor_terms":false,"distributor_media":false,"distributor_original_site_name":"Noticias em Destaque","distributor_original_site_url":"https:\/\/noticiasdestaque.com.br","push-errors":false,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/noticiasdestaque.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/48412","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/noticiasdestaque.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/noticiasdestaque.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/noticiasdestaque.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/noticiasdestaque.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=48412"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/noticiasdestaque.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/48412\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/noticiasdestaque.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/48413"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/noticiasdestaque.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=48412"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/noticiasdestaque.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=48412"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/noticiasdestaque.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=48412"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}