Retail
sexta-feira, 1 de maio de 2026
  • Mundo
  • Entretenimento
  • Esportes
  • Negócios
  • Política
  • Saúde
  • Tecnologia
  • Artigos
Nenhum Resultado
Ver Todos Os Resultados
Noticias em Destaque
Nenhum Resultado
Ver Todos Os Resultados

Ministério da Saúde recomenda que estados e municípios façam vigilância local dos casos de Mpox

15 de agosto de 2024
no Saúde
Tempo De Leitura: 4 mins read
A A

O Brasil registrou 709 casos confirmados ou prováveis de Mpox em 2024, uma média de 40 a 50 novas infecções por mês, segundo o Ministério da Saúde. Em agosto de 2022, quando o país teve um pico da doença, foram contabilizadas mais de 40 mil notificações. Um ano depois, em agosto do ano passado, o número caiu para pouco mais de 400. 

VOCÊ PODE GOSTAR:

Banco da Amazônia amplia incentivo ao esporte na Região Norte

Bahia e Pará reforçam ações contra a doença de Chagas após aumento de casos

Nesta quarta-feira (14), a Organização Mundial da Saúde chegou a declarar o surto de Mpox em curso na África como emergência de saúde global. A entidade convocou o comitê de emergência sobre a doença em meio ao receio de que uma cepa mais perigosa do vírus, o clado Ib, tivesse atingido quatro províncias da África anteriormente não afetadas. 

Durante o webinário “Situação Epidemiológica e Resposta à Mpox no Brasil”, realizado nesta terça-feira (13) pela pasta, o diretor do Departamento de Emergências em Saúde Pública do Ministério da Saúde, Márcio Garcia, reforçou que o Brasil não está em situação de emergência de saúde pública, mas recomenda que estados e municípios façam a vigilância local dos casos.

“Precisamos estar atentos para fortalecer a nossa vigilância, nossas estratégias de detecção, para que a gente possa ter uma detecção oportuna, caso o cenário epidemiológico no Brasil venha a sofrer alguma alteração. Mas destacar principalmente a importância das vigilâncias em nível local, nos municípios e nos estados. Cada local se organiza de uma forma. No Ministério da Saúde, a vigilância de Mpox está no Departamento de HIV, Aids, Tuberculose e Hepatites. Então, a gente respeita muito a autonomia de municípios e estados.”

As amostras biológicas colhidas pelos municípios podem ser encaminhadas para um dos 27 Laboratórios Centrais de Saúde Pública (LACENs) ou um dos três laboratórios de referência nacional que realizam exame diagnóstico para Mpox. Segundo o Ministério da Saúde, todo o país está abastecido com insumos para a testagem.

Mpox

A Mpox é uma doença zoonótica viral, ou seja, a transmissão pode acontecer tanto pelo contato com pessoas e materiais contaminados com o vírus quanto com animais silvestres infectados.

Os principais sintomas são:

  • lesões na pele ou erupções cutâneas
  • ínguas
  • febre
  • dores no corpo e de cabeça
  • calafrios e fraqueza

A infectologista Joana D’arc Gonçalves detalha os sintomas:

“No início, são sintomas inespecíficos, como febre, mal-estar, dor de cabeça, dor no corpo. Depois de alguns dias, a febre vai diminuindo e começam a aparecer algumas manchas no corpo, que acabam evoluindo para algumas bolhas. E essas bolhas evoluem para uma crosta que, com os dias, caem. Geralmente as feridas são muito comuns na palma das mãos, planta dos pés. Mas alguns indivíduos podem ter lesões no corpo inteiro, na mucosa oral, vaginal, órgãos genitais. E os sintomas podem ser desde leves até graves e algumas pessoas podem até vir a óbito.”

O tratamento é feito com medidas de suporte clínico para aliviar os sintomas e prevenir complicações e sequelas. “O tratamento para quem está infectado de forma grave, severa, com muitas lesões disseminadas pelo corpo, alguns hospitais têm utilizado antivirais como tecovirimat e outros como uma tentativa de controle da disseminação da doença. Mas muita coisa está em estudo ainda para ver a questão de eficácia e de segurança”, explica a infectologista.

Prevenção e vacina

Uma vez que a transmissão do vírus Mpox ocorre por contato com gotículas e outras secreções respiratórias, a principal recomendação é que as pessoas doentes fiquem em casa.

“Para a pessoa que está doente, [a recomendação é] para que ela fique em casa pelo menos até que as crostas caiam, até que as feridas sequem. Depois  também evitar tocar em objetos, cobrir a lesão, para não contaminar o ambiente. E caso [precisar] sair e ter em contato com outras pessoas, o ideal é usar máscara para evitar a disseminação das gotículas infectantes”, orienta.

Para quem não está infectado, a doutora Joana D’arc recomenda a vacinação. Atualmente, o imunizante contra a Mpox está disponível gratuitamente no SUS para pessoas com maior risco de evolução para as formas graves da doença, como:

  • pessoas vivendo com HIV/aids (PVHA): homens cisgêneros, travestis e mulheres transexuais; com idade igual ou superior a 18 anos; e com status imunológico identificado pela contagem de linfócitos T CD4 inferior a 200 células nos últimos seis meses;
  • profissionais de laboratório que trabalham diretamente com Orthopoxvírus em laboratórios com nível de biossegurança 2 (NB-2), de 18 a 49 anos de idade;
  • pessoas que tiveram contato direto com fluidos e secreções corporais de pessoas suspeitas, prováveis ou confirmadas para Mpox, cuja exposição seja classificada como de alto ou médio risco, conforme recomendações da OMS, mediante avaliação da vigilância local.

Saiba mais no site do Ministério da Saúde.

OMS atualiza lista de doenças capazes de provocar pandemias

Mpox ainda é problema de saúde pública, dizem especialistas

Pixel Brasil 61

ShareTweetPin
Post Anterior

HISTÓRIAS EXPORTADORAS: das vendas de porta em porta no interior de São Paulo até o comércio exterior: conheça a trajetória do Café Caiçara

Próximo Post

Ibovespa está cotado a 133,3 mil pontos

Relacionados Posts

Banco da Amazônia amplia incentivo ao esporte na Região Norte
Saúde

Banco da Amazônia amplia incentivo ao esporte na Região Norte

30 de abril de 2026
Bahia e Pará reforçam ações contra a doença de Chagas após aumento de casos
Saúde

Bahia e Pará reforçam ações contra a doença de Chagas após aumento de casos

27 de abril de 2026
Semana de Vacinação mobiliza 104,9 mil escolas para atualizar cadernetas de crianças e jovens
Saúde

Semana de Vacinação mobiliza 104,9 mil escolas para atualizar cadernetas de crianças e jovens

27 de abril de 2026
InfoGripe: síndrome respiratória aumenta em crianças menores de 2 anos
Saúde

InfoGripe: síndrome respiratória aumenta em crianças menores de 2 anos

21 de abril de 2026
Doença de Chagas: após surto em Ananindeua (PA), 155 municípios prioritários recebem quase R$ 12 milhões
Saúde

Doença de Chagas: após surto em Ananindeua (PA), 155 municípios prioritários recebem quase R$ 12 milhões

19 de abril de 2026
Doença de Chagas: 155 municípios prioritários recebem quase R$ 12 milhões para ações de vigilância
Saúde

Doença de Chagas: 155 municípios prioritários recebem quase R$ 12 milhões para ações de vigilância

16 de abril de 2026

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Eu aceito os Termos & Condições Política de Privacidade.

Nenhum Resultado
Ver Todos Os Resultados

Categorias

  • Artigos
  • Bem Estar
  • Cotidiano
  • Economia
  • Educação
  • Entretenimento
  • Esportes
  • Gastronomia
  • Jurídico
  • Moda
  • Mundo
  • Música
  • Negócios
  • Política
  • Publieditorial
  • Saúde
  • Tecnologia
  • Uncategorized
  • Contato
  • Política de privacidade
  • Quem Somos
  • Termos de Uso

© 2022 Notícias em Destaque.

Nenhum Resultado
Ver Todos Os Resultados
  • Mundo
  • Entretenimento
  • Esportes
  • Negócios
  • Política
  • Saúde
  • Tecnologia
  • Artigos

© 2022 Notícias em Destaque.

Este site usa cookies. Ao continuar a usar este site, você concorda com o uso de cookies. Visite nossa Política de Privacidade e Cookies.